“Eu alcancei o
pináculo do sucesso no mundo dos negócios.
Nos olhos dos outros, minha vida é uma
personificação do sucesso.
Porém, além do trabalho, tenho pouca alegria. No final, a riqueza é apenas um
fato da vida que eu estou acostumado.
Neste momento, deitado na cama, doente e lembrando
toda a minha vida, eu percebo que todos os reconhecimentos e a riqueza que tive
muito orgulho em ter empalideceu e tornou-se insignificantes diante da morte
iminente.
Na escuridão, eu olho para as luzes verdes da vida
apoiando máquinas e ouço os sons de zumbidos mecânicos. Posso sentir o sopro de
Deus da morte se aproximando...
Agora eu sei, quando nós acumulamos riqueza
suficiente para nossa vida, devemos buscar outras questões que não estão
relacionados com a riqueza...
Deve ser algo que é mais importante:
Talvez relacionamentos, talvez a arte, talvez um
sonho de juventude...
Prosseguir sem parar em busca de riqueza apenas
transformará uma pessoa em um ser torcido igual a mim.
Deus nos deu os sentidos para sentirmos o amor nos
corações de todos, não as ilusões provocadas pela riqueza.
A riqueza que eu ganhei na minha vida, não posso
trazer comigo.
O que posso levar são só as recordações
precipitadas pelo amor.
Essas são as verdadeiras riquezas que irão
segui-lo, acompanhá-lo, dando-lhe força e luz para continuar.
O amor pode viajar mil milhas. A vida não tem
limites. Vá para onde você quer ir. Chegue a altura que você deseja alcançar.
Tudo está no seu coração e em suas mãos.
Qual é a cama mais cara do mundo? -"A cama de
um doente"...
Você pode empregar alguém para dirigir o carro para
você, fazer dinheiro para você, mas você não pode ter alguém para suportar a
doença para você.
Coisas materiais perdidas podem ser encontradas.
Mas há uma coisa que nunca pode ser encontrada quando é perdida – " A
Vida".
Quando uma pessoa vai para a sala de cirurgia, ela
percebe que existe um livro que ele ainda tem que terminar de ler -"O
Livro da Vida Saudável".
Qualquer que seja o estágio da vida estamos no
agora. Com o tempo, vamos enfrentar o dia em que a cortina cai.
Tesouros de amor para sua família, amor para seu
esposo, para seus amigos...
Tratem-se bem. Respeite e ame os outros.”
Steve Jobs

Antes de ser mãe,
Eu atraia olhares
pelo corpo escultural, afinal, tinha tempo de cuidar bem dele.
Antes de ser mãe,
Eu podia colocar um
biquíni sem me preocupar com estrias e flacidez.
Antes de ser mãe,
Eu podia planejar uma noite com os amigos sem hora
para voltar.
Antes de ser mãe,
Eu recebia mais ligações dos amigos.
Antes de ser mãe,
Eu tinha o tempo livre para deitar no sofá e dormir
durante a tarde.
Antes de ser mãe,
Eu não tinha ninguém me chamando o tempo todo pra
procurar um brinquedo.
Antes de ser mãe,
Eu tinha tempo, eu tinha mais amigos, eu tinha um
corpo mais apresentável, eu tinha liberdade...
Mas antes de ser mãe,
Eu era vazia,
Eu não sabia amar,
Eu não tinha motivos pra acordar bem-humorada,
Eu não tinha um amor pra vida toda,
Eu não tinha por quem lutar,
Eu não tinha abraços calorosos todos os dias,
Eu não tinha alguém pra cuidar,
Eu não tinha quem se sentia protegido comigo,
Eu não curava dodói com beijo,
Eu não entendia que depois de ser mãe sim, eu seria
FELIZ E REALIZADA!
Meus filhos são os melhores presentes que já recebi de Deus
O título desse texto na verdade não é meu, e sim de um poema do uruguaio Mario Benedetti. No original, chama-se "Alegría de la tristeza" e está no livro "La vida ese paréntesis" que, até onde sei, permanece inédito no Brasil.
O poema diz que a gente pode entristecer-se por vários motivos ou por nenhum motivo aparente, a tristeza pode ser por nós mesmos ou pelas dores do mundo, pode advir de uma palavra ou de um gesto, mas que ela sempre aparece e devemos nos aprontar para recebê-la, porque existe uma alegria inesperada na tristeza, que vem do fato de ainda conseguirmos senti-la.
Pode parecer confuso mas é um alento. Olhe para o lado: estamos vivendo numa era em que pessoas matam em briga de trânsito, matam por um boné, matam para se divertir. Além disso, as pessoas estão sem dinheiro. Quem tem emprego, segura. Quem não tem, procura. Os que possuem um amor desconfiam até da própria sombra, já que há muita oferta de sexo no mercado. E a gente corre pra caramba, é escravo do relógio, não consegue mais ficar deitado numa rede, lendo um livro, ouvindo música. Há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir.
Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia. Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.
Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta. Fazer é muito barulhento.
Sentir é um retiro, fazer é uma festa. O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado. Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições. Até parece que sentir não serve para subir na vida.
Uma pessoa triste é evitada. Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais. Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido. Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões. E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada. Triste é não sentir nada.
O poema diz que a gente pode entristecer-se por vários motivos ou por nenhum motivo aparente, a tristeza pode ser por nós mesmos ou pelas dores do mundo, pode advir de uma palavra ou de um gesto, mas que ela sempre aparece e devemos nos aprontar para recebê-la, porque existe uma alegria inesperada na tristeza, que vem do fato de ainda conseguirmos senti-la.
Pode parecer confuso mas é um alento. Olhe para o lado: estamos vivendo numa era em que pessoas matam em briga de trânsito, matam por um boné, matam para se divertir. Além disso, as pessoas estão sem dinheiro. Quem tem emprego, segura. Quem não tem, procura. Os que possuem um amor desconfiam até da própria sombra, já que há muita oferta de sexo no mercado. E a gente corre pra caramba, é escravo do relógio, não consegue mais ficar deitado numa rede, lendo um livro, ouvindo música. Há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir.
Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia. Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.
Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta. Fazer é muito barulhento.
Sentir é um retiro, fazer é uma festa. O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado. Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições. Até parece que sentir não serve para subir na vida.
Uma pessoa triste é evitada. Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais. Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido. Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões. E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada. Triste é não sentir nada.
Martha Medeiros
Olá gatonas !!! Ontem uma pessoa postou no facebook um texto muito lindo, no qual me identifiquei bastante e gostaria de compartilha-lo com vocês ... tenho certeza que quem abdicou de muitas coisas em sua vida para cuidar do seu lar e seus filhos tambem irá se identificar.
A autora do texto é a Escritora, conselheira de casais, autora dos blogs Salve Meu Casamento, Vida de Mãe e O Mundo e o Reino e colunista no site Genizah : Dani Marques
Amei este texto e decidi copiar partes, ele fala muito sobre a melhor decisão que tomei em toda minha vida! Vale muito a pena ler!
Orfãos de Mães Vivas
Sou mãe, esposa e dona de casa em tempo integral por opção.
Sim, por opção!
“Mas o que é isso? Nos dias de hoje, onde as meninas entram na escola já se preparando para o vestibular? Como alguém em sã consciência poderia optar por ficar em casa cuidando dos filhos? E pior, sem receber nada? Você é louca!”
Sim, podem me chamar de louca, desequilibrada, ultrapassada, insensata, careta… Essa foi uma decisão que meu esposo e eu tomamos em conjunto. Pesquisamos, lemos, conversamos, oramos, estudamos e chegamos a conclusão de que nossos filhos precisariam de uma mãe por perto em tempo integral. Estamos felizes assim, muito felizes! Para nossa família esta é a dinâmica ideal para o desenvolvimento sadio de uma criança. O dinheiro ficou curto? Sim, mas salário nenhum pagaria a alegria de poder acompanhar cada detalhes dos primeiros anos de vida dos nossos filhos, podendo dessa forma ajudá-los a se tornarem seres humanos mais equilibrados, seguros e centrados. Minha vida profissional pode esperar, a infância deles não. Entendo que muitas mães PRECISAM trabalhar, não tem a opção de decidir ficar em casa, seja pelo baixo salário do marido ou perda do cônjuge (morte/divórcio). Nesses casos, é compreensível que a esposa vá a luta (e que luta!). Admiro mulheres que PRECISAM ajudar no sustento do lar e ainda administram filhos, casa, compras, escola, saúde, reuniões, manutenção do carro e tudo mais, sim, porque poucos homens tem esta habilidade e senso de proatividade. Tenho muitas amigas queridas e familiares nessa situação. Oro para que o Senhor as fortaleça! Mas sei da angústia de muitas mães que sofrem com o peso dessa responsabilidade. Chegam ao final do dia exaustas, e poucas conseguem ter disposição para investir tempo em seus filhos. E digo investir não no sentido de presentes, mas de conversas, olho no olho, brincadeiras, contação de histórias, risadas, jogos e etc. Tempo! Isso é presente de verdade!
– Mas você SÓ fica em casa com as crianças? Não trabalha não? (Fique um dia inteiro no meu lugar e você vai ter noção do que é trabalho!) – Depois você não vai se sentir frustrada por não ter seguido uma carreira? O que você vai fazer quando eles crescerem? (A formação de dois seres humanos pra mim é mais importante do que qualquer carreira. Depois que eles crescerem penso nisso. Se decidi ser mãe, não faz sentido delegar esta função a terceiros, a não ser em casos de extrema necessidade.)
– E você não sente saudades de conversar com outros adultos? (Nunca conversei tanto com outros adultos como hoje! Faço amizades em parques, mercados, hospitais, escolas… Meus filhos transformaram minha vida social completamente, e pra melhor!)
– Ah! Prefiro trabalhar! Melhor do que ter que pedir dinheiro pro marido até para comprar calcinha! (Pedir dinheiro? Isso é coisa de casal que não aprendeu a viver “uma só carne” na vida financeira. O dinheiro é nosso, assim como os filhos, a casa, comida e roupa. Ele não me pede comida só porque eu cozinho. Não tem lógica.)
- Mas seu filho precisa conviver com outras pessoas, ele vai ficar muito apegado a você! (Crianças que passam os primeiros anos de vida com a mãe realmente ficam mais apegados, mas você resolve isso som os amiguinhos de rua, do prédio, priminhos… Ele vai ter a vida inteira para se socializar. Com 3 ou 4 anos vai para escola e este problema estará resolvido!)
Lares sem mães. Crianças órfãs de mães vivas. No meu ponto de vista esta é a explicação para a desordem que nossa sociedade se encontra. Filhos sendo criados por professoras e babás. Passam mais horas com terceiros do que com seus próprios pais.
Olhem pra trás e vejam que há não muito tempo, na geração dos nossos avós, os jovens e crianças não eram tão desequilibrados como nos dias de hoje. Ter a mãe por perto quando voltam da escola e presente nos primeiros anos de vida faz toda a diferença! E não, esta não são palavras minhas, mas de profissionais da área. As livrarias e internet estão repletas de materiais que comprovam esta afirmação. Sei que muitas mães não tem esse instinto natural de ficar em casa cuidando dos filhos. Perdem a paciência, brigam o tempo todo, sentem-se frustradas e cansadas. O motivo? Um leque de opções de cursos, carreiras e vida fora de casa (o que não existia no tempo dos nossos avós e bisavós). E, entre satisfazer seu ego ou se doar para a formação de outro ser humano, muitas mulheres optam em colocar o seu “eu” em primeiro lugar: “Estudei tanto pra que?”, “Não vou abandonar minha carreira”, “Não nasci pra ficar em casa cuidando de filhos!”, “Ele vai crescer logo, preciso pensar em mim!” . Mas eu te convido a pensar: Se você fosse criança, escolheria passar o dia ao lado da sua mãe ou de uma professora ou babá? Por que acha que seu filho pensaria diferente? E outra, se está tão preocupada com sua carreira e vida pessoal, então porque teve filhos?
Sim, temos ótimas médicas, advogadas, veterinárias, administradoras, professoras e etc. Mas a que custo? Quantas vezes entrei em consultórios médicos e tive que escutar profissionais frustradas por terem que deixar seus filhos em casa. Algumas chegaram até chorar enquanto desabafavam (tenho ímã para essas coisas). Mas entendo também que, entre ter uma mãe frustrada em casa e ficar numa escolinha, muitas crianças optariam pela escolinha. Talvez uma saída para a mulher atual seja um emprego de meio período ou home office.
Mas o fato é que nossos filhos precisam de mães! Mães que os acompanhe em tempo integral nos primeiros anos de vida e mais tarde estejam em casa quando voltam da escola. Mães que olham a agenda, frequentam reuniões, levam ao médico, ficam ao lado no dia da enfermidade, auxiliam nas tarefas de casa, ensinam receitinhas, levam ao parque para andar de bicicleta, aproveitam as tarde chuvosas para o bolinho de chuva, sentam para fazer a unha da filha ou brincar de carrinho com o filho, gastam tempo lendo histórias ou contando estórias e estão com os ouvidos e olhos atentos nos momentos das refeições. Nossas crianças precisam que suas progenitoras deem continuidade a função de mãe depois do parto.
Nenhuma professora, tia ou babá terá o amor e cuidado que só você, mãe, pode dar. O caráter de uma criança é formado nos primeiros anos de vida. O que ele será no futuro está sendo formado agora, através das influências formativas que os cercam. Se quer um adolescentes/adulto companheiro, aberto ao diálogo e presente, esta é a hora do investimento! Repense suas responsabilidades, rotina, finanças, faça adaptações e curta esse tempo que é valioso e não volta nunca mais! Ouso dizer que o nosso mundo não estaria nessa desordem se não tivéssemos tantas mães ausentes.
Esses dias, uma profissional de uma grande empresa, com um alto cargo e salário decidiu largar tudo para ficar com seu filho. A ficha caiu: “Ele está crescendo“, ela disse, “e eu perdi boa parte dos seus primeiros anos de vida. Nossa renda cairá pela metade, mas ele não vai lembrar dos presentes, roupas ou passeios caros quando for adulto. Quero que ele tenha boas lembranças de uma infância com a mamãe…”
Sou proselitista quanto a essa questão, mas respeito a posição de amigos e familiares que pensam diferente. Amo cada um deles! Mas preciso deixar o alerta. Se Deus te deu o dom de ser mãe, assuma essa missão da forma mais intensa e doadora que sua dinâmica familiar permitir. Os tesouros que colherá não são deste mundo, o investimento é para a eternidade! Falo com conhecimento de causa.
Texto de Dani Marques (colunista do Genizah)
Sou mãe, esposa e dona de casa em tempo integral por opção.
Sim, por opção!
“Mas o que é isso? Nos dias de hoje, onde as meninas entram na escola já se preparando para o vestibular? Como alguém em sã consciência poderia optar por ficar em casa cuidando dos filhos? E pior, sem receber nada? Você é louca!”
Sim, podem me chamar de louca, desequilibrada, ultrapassada, insensata, careta… Essa foi uma decisão que meu esposo e eu tomamos em conjunto. Pesquisamos, lemos, conversamos, oramos, estudamos e chegamos a conclusão de que nossos filhos precisariam de uma mãe por perto em tempo integral. Estamos felizes assim, muito felizes! Para nossa família esta é a dinâmica ideal para o desenvolvimento sadio de uma criança. O dinheiro ficou curto? Sim, mas salário nenhum pagaria a alegria de poder acompanhar cada detalhes dos primeiros anos de vida dos nossos filhos, podendo dessa forma ajudá-los a se tornarem seres humanos mais equilibrados, seguros e centrados. Minha vida profissional pode esperar, a infância deles não. Entendo que muitas mães PRECISAM trabalhar, não tem a opção de decidir ficar em casa, seja pelo baixo salário do marido ou perda do cônjuge (morte/divórcio). Nesses casos, é compreensível que a esposa vá a luta (e que luta!). Admiro mulheres que PRECISAM ajudar no sustento do lar e ainda administram filhos, casa, compras, escola, saúde, reuniões, manutenção do carro e tudo mais, sim, porque poucos homens tem esta habilidade e senso de proatividade. Tenho muitas amigas queridas e familiares nessa situação. Oro para que o Senhor as fortaleça! Mas sei da angústia de muitas mães que sofrem com o peso dessa responsabilidade. Chegam ao final do dia exaustas, e poucas conseguem ter disposição para investir tempo em seus filhos. E digo investir não no sentido de presentes, mas de conversas, olho no olho, brincadeiras, contação de histórias, risadas, jogos e etc. Tempo! Isso é presente de verdade!
– Mas você SÓ fica em casa com as crianças? Não trabalha não? (Fique um dia inteiro no meu lugar e você vai ter noção do que é trabalho!) – Depois você não vai se sentir frustrada por não ter seguido uma carreira? O que você vai fazer quando eles crescerem? (A formação de dois seres humanos pra mim é mais importante do que qualquer carreira. Depois que eles crescerem penso nisso. Se decidi ser mãe, não faz sentido delegar esta função a terceiros, a não ser em casos de extrema necessidade.)
– E você não sente saudades de conversar com outros adultos? (Nunca conversei tanto com outros adultos como hoje! Faço amizades em parques, mercados, hospitais, escolas… Meus filhos transformaram minha vida social completamente, e pra melhor!)
– Ah! Prefiro trabalhar! Melhor do que ter que pedir dinheiro pro marido até para comprar calcinha! (Pedir dinheiro? Isso é coisa de casal que não aprendeu a viver “uma só carne” na vida financeira. O dinheiro é nosso, assim como os filhos, a casa, comida e roupa. Ele não me pede comida só porque eu cozinho. Não tem lógica.)
- Mas seu filho precisa conviver com outras pessoas, ele vai ficar muito apegado a você! (Crianças que passam os primeiros anos de vida com a mãe realmente ficam mais apegados, mas você resolve isso som os amiguinhos de rua, do prédio, priminhos… Ele vai ter a vida inteira para se socializar. Com 3 ou 4 anos vai para escola e este problema estará resolvido!)
Lares sem mães. Crianças órfãs de mães vivas. No meu ponto de vista esta é a explicação para a desordem que nossa sociedade se encontra. Filhos sendo criados por professoras e babás. Passam mais horas com terceiros do que com seus próprios pais.
Olhem pra trás e vejam que há não muito tempo, na geração dos nossos avós, os jovens e crianças não eram tão desequilibrados como nos dias de hoje. Ter a mãe por perto quando voltam da escola e presente nos primeiros anos de vida faz toda a diferença! E não, esta não são palavras minhas, mas de profissionais da área. As livrarias e internet estão repletas de materiais que comprovam esta afirmação. Sei que muitas mães não tem esse instinto natural de ficar em casa cuidando dos filhos. Perdem a paciência, brigam o tempo todo, sentem-se frustradas e cansadas. O motivo? Um leque de opções de cursos, carreiras e vida fora de casa (o que não existia no tempo dos nossos avós e bisavós). E, entre satisfazer seu ego ou se doar para a formação de outro ser humano, muitas mulheres optam em colocar o seu “eu” em primeiro lugar: “Estudei tanto pra que?”, “Não vou abandonar minha carreira”, “Não nasci pra ficar em casa cuidando de filhos!”, “Ele vai crescer logo, preciso pensar em mim!” . Mas eu te convido a pensar: Se você fosse criança, escolheria passar o dia ao lado da sua mãe ou de uma professora ou babá? Por que acha que seu filho pensaria diferente? E outra, se está tão preocupada com sua carreira e vida pessoal, então porque teve filhos?
Sim, temos ótimas médicas, advogadas, veterinárias, administradoras, professoras e etc. Mas a que custo? Quantas vezes entrei em consultórios médicos e tive que escutar profissionais frustradas por terem que deixar seus filhos em casa. Algumas chegaram até chorar enquanto desabafavam (tenho ímã para essas coisas). Mas entendo também que, entre ter uma mãe frustrada em casa e ficar numa escolinha, muitas crianças optariam pela escolinha. Talvez uma saída para a mulher atual seja um emprego de meio período ou home office.
Mas o fato é que nossos filhos precisam de mães! Mães que os acompanhe em tempo integral nos primeiros anos de vida e mais tarde estejam em casa quando voltam da escola. Mães que olham a agenda, frequentam reuniões, levam ao médico, ficam ao lado no dia da enfermidade, auxiliam nas tarefas de casa, ensinam receitinhas, levam ao parque para andar de bicicleta, aproveitam as tarde chuvosas para o bolinho de chuva, sentam para fazer a unha da filha ou brincar de carrinho com o filho, gastam tempo lendo histórias ou contando estórias e estão com os ouvidos e olhos atentos nos momentos das refeições. Nossas crianças precisam que suas progenitoras deem continuidade a função de mãe depois do parto.
Nenhuma professora, tia ou babá terá o amor e cuidado que só você, mãe, pode dar. O caráter de uma criança é formado nos primeiros anos de vida. O que ele será no futuro está sendo formado agora, através das influências formativas que os cercam. Se quer um adolescentes/adulto companheiro, aberto ao diálogo e presente, esta é a hora do investimento! Repense suas responsabilidades, rotina, finanças, faça adaptações e curta esse tempo que é valioso e não volta nunca mais! Ouso dizer que o nosso mundo não estaria nessa desordem se não tivéssemos tantas mães ausentes.
Esses dias, uma profissional de uma grande empresa, com um alto cargo e salário decidiu largar tudo para ficar com seu filho. A ficha caiu: “Ele está crescendo“, ela disse, “e eu perdi boa parte dos seus primeiros anos de vida. Nossa renda cairá pela metade, mas ele não vai lembrar dos presentes, roupas ou passeios caros quando for adulto. Quero que ele tenha boas lembranças de uma infância com a mamãe…”
Sou proselitista quanto a essa questão, mas respeito a posição de amigos e familiares que pensam diferente. Amo cada um deles! Mas preciso deixar o alerta. Se Deus te deu o dom de ser mãe, assuma essa missão da forma mais intensa e doadora que sua dinâmica familiar permitir. Os tesouros que colherá não são deste mundo, o investimento é para a eternidade! Falo com conhecimento de causa.
Texto de Dani Marques (colunista do Genizah)
Espero que tenham gostado meninas, alguém aqui se identificou também ??? me contem
É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
Pablo Neruda (retirado do site: http://pensador.uol.com.br)
Cada um sabe a alegria e a Dor que traz no coração.
caiu como uma luva agora ......
“Hoje deu vontade de chorar e
eu só queria um colo para encostar minha cabeça e fingir que o mundo lá fora
não existe. Hoje eu queria um abraço daqueles que te sufoca de tão apertado e
ao mesmo tempo te protege de tudo. Hoje eu só queria ouvir “eu liguei pra saber
se você tá bem” pra sentir uma dor menos doída dentro do peito. Cansei de amar
pela metade. Cansei de me sentir sozinha. Cansei de tanta mentira. Cansei dos
dias iguais, da rotina. Cansei de mim e de me deixar sempre em última opção.
Cansei de procurar meus amigos. Cansei de mentir pra mim, pra ver se dói menos.
Cansei de me preocupar com quem não se preocupa comigo. Cansei de sofrer e de
acordar indisposta, cansei de sentir o coração bater mais forte, com uma
sensação de arrependimento, de erro. Cansei de tudo.”
(lovestupid:thaissepp) este texto foi retirado de http://vanroses.tumblr.com
Aquilo que nos
fere é aquilo que nos cura. A vida tem sido muito dura comigo, mas ao mesmo
tempo tem me ensinado muita coisa.




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